Fisioterapia domiciliar no São Pedro

A fisioterapia domiciliar no São Pedro, em Belo Horizonte, atende também pessoas com doença neurológica, como as sequelas de um AVC ou o Parkinson, para quem sair de casa várias vezes por semana é um peso. Quem vai até a casa é o fisioterapeuta Ricardo Mazzoni de Almeida, da Fisiominas, clínica do Centro.

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Fisioterapia depois de AVC em casa: por onde começa?

Começa pela avaliação de como a pessoa se move hoje: se senta sozinha, se fica em pé, quanto o lado afetado ajuda e onde estão os riscos de queda. O tratamento começa quando o médico libera, e quanto mais cedo, melhor se aproveita a fase em que o corpo mais reaprende.

Os primeiros objetivos são os do dia a dia: virar na cama, sentar na beira, passar da cama para a cadeira, ficar em pé com apoio. A marcha vem depois, dentro de casa, com o apoio que for necessário. O braço afetado não fica de lado: ele entra nos exercícios desde o começo, para não endurecer.

Como a fisioterapia em casa ajuda quem tem Parkinson?

Ela trabalha os movimentos que o Parkinson encurta e trava: o tamanho do passo, a virada, o levantar da cadeira e o equilíbrio. São exatamente os momentos em que as quedas costumam acontecer.

Em casa, o treino acontece nos lugares reais do problema: a porta estreita onde o pé "gruda", a virada no corredor, o banheiro. Pistas simples, como contar o ritmo em voz alta ou marcar o chão para alongar o passo, são testadas ali e ficam para a família usar entre as visitas.

Por que a regularidade importa tanto nas doenças neurológicas?

Importa porque o ganho nas doenças neurológicas vem da repetição ao longo de meses, e é a regularidade que o atendimento em casa torna possível. Sem o desgaste de sair, de esperar e de voltar, a pessoa chega à sessão com energia para os exercícios.

No São Pedro, as ruas residenciais mais calmas servem para a etapa seguinte, quando a marcha já permite treinar fora de casa, com o fisioterapeuta ao lado.

Alguém da família no São Pedro teve AVC ou vive com Parkinson? Conte o caso pelo WhatsApp.

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Como adaptar a casa para quem teve AVC ou tem Parkinson?

Adapta-se abrindo caminho e dando apoio onde a pessoa vira, senta e levanta. Os ajustes mais comuns são poucos e baratos:

  • passagens livres entre a cama, o banheiro e a sala, sem tapetes e sem fios
  • cadeiras firmes com braços nos lugares onde a pessoa senta
  • barras de apoio no box e ao lado do vaso sanitário
  • luz noturna no caminho do banheiro
  • marcas no chão nas portas onde o pé trava, para quem tem Parkinson

Na avaliação, o Ricardo indica o que faz diferença naquela casa específica e o que pode esperar.

O que a família faz entre uma visita e outra?

A família repete os exercícios que o fisioterapeuta deixou e ajuda nas transferências do jeito que aprendeu nas sessões. O Ricardo ensina a ajudar sem se machucar: onde segurar para levantar a pessoa, como posicionar a cadeira, quando deixar que ela faça sozinha.

Os exercícios de casa são poucos e escolhidos para serem feitos com segurança sem o fisioterapeuta. O que é cada tipo de atendimento em domicílio está na página de fisioterapia domiciliar em Belo Horizonte.

Quem faz a visita no São Pedro?

A visita é feita pelo próprio Ricardo Mazzoni de Almeida, CREFITO-4 35099-F, fisioterapeuta há 27 anos, formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e com especialização em Ortopedia e Traumatologia. Ele dirige a Fisiominas, no Centro, desde outubro de 2002.