Fisioterapia domiciliar no Centro

A fisioterapia domiciliar no Centro de Belo Horizonte é feita pelo fisioterapeuta Ricardo Mazzoni de Almeida, que atende na clínica da Fisiominas, no próprio bairro, desde 2002. Quem mora no Centro tem duas portas: a visita em casa, no particular, ou as sessões na clínica da Rua dos Tupis, pelo convênio ou particular.

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Em casa ou na clínica: o que vale mais para quem mora no Centro?

Vale a clínica para quem consegue chegar à Rua dos Tupis a pé ou de carro sem risco e sem chegar exausto; vale a visita em casa para quem ainda não consegue. A pergunta não é a distância, que no Centro é curta, e sim o caminho.

As calçadas do Centro são cheias, as travessias das avenidas são longas e o movimento de pedestres é grande o dia inteiro. Para quem acabou de operar o joelho, anda de andador ou tem medo de cair, esse trajeto é a parte mais arriscada do dia. Nessa fase, a fisioterapia vai até o apartamento. Quando a marcha e o equilíbrio melhoram, o tratamento desce a rua e continua na clínica, com o mesmo fisioterapeuta e o mesmo plano, e os aparelhos que só a clínica tem.

Como é a fisioterapia em casa num prédio antigo do Centro?

É a mesma avaliação e o mesmo tratamento, adaptados ao espaço que o prédio oferece. Muitos moradores do Centro vivem em edifícios mais antigos, com corredor estreito, elevador pequeno, degraus na portaria ou banheiro sem barra de apoio, e tudo isso entra no plano.

Na primeira visita, o Ricardo percorre com o paciente o caminho que ele faz no dia: da cama ao banheiro, do sofá à porta, da porta ao elevador e do elevador à rua. Se há três degraus na entrada do prédio, eles viram exercício. Uma cadeira firme e o corredor do apartamento costumam bastar para o resto.

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Quem volta de uma internação na Área Hospitalar precisa de fisioterapia em casa?

Precisa, na maioria das vezes, porque dias de internação tiram força e fôlego, e a primeira semana em casa é a mais difícil. A Área Hospitalar de Belo Horizonte, em Santa Efigênia, fica ao lado do Centro, e a alta costuma chegar antes de a família saber o que a pessoa pode ou não fazer em casa.

A fisioterapia domiciliar começa pelo relatório de alta e pelas orientações do médico: o que está liberado, quanto peso a perna aguenta, se há restrição de esforço. A partir daí, os primeiros objetivos são concretos:

  • levantar da cama e sentar sem ajuda
  • ir ao banheiro com segurança, inclusive à noite
  • andar dentro de casa sem perder o fôlego
  • descer até a portaria e voltar

Que tipos de caso a fisioterapia em casa atende no Centro?

Atende os quatro tipos de fisioterapia que a Fisiominas faz em domicílio: ortopédica, geriátrica, respiratória e neurológica. Cada um está explicado na página de fisioterapia domiciliar em Belo Horizonte.

O que muda no Centro é a passagem para a clínica. Como ela fica no bairro, o plano já nasce pensando no dia em que o paciente vai fazer as sessões lá, por exemplo pela fisioterapia ortopédica com o convênio. Os convênios aceitos na clínica são SulAmérica, Copass Saúde, Cemig Saúde, Fundaffemg, Amil, Postal Saúde e Libertas, entre outros. Em casa, o atendimento é só particular.

Quem faz a visita no Centro?

A visita é feita pelo próprio Ricardo Mazzoni de Almeida, CREFITO-4 35099-F, fisioterapeuta há 27 anos, formado pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e com especialização em Ortopedia e Traumatologia. Ele dirige a Fisiominas, no Centro, desde outubro de 2002.

Perguntas de quem mora no Centro

Posso começar em casa e terminar o tratamento na clínica?

Pode. A passagem é combinada com a família quando o paciente já sai de casa com segurança, e o plano continua o mesmo, agora na Rua dos Tupis.